Estatuto do DCE-UFV - Versão antiga, versão de 2015, e o Código Civil

O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Viçosa (DCE-UFV) representa os estudantes de graduação desta intituição de ensino superior. Como associação, possui um CNPJ, e um estatuto. Até maio de 2015, o estatuto em vigor era um. Em maio de 2015, com a realização do congresso estudantil, passou a ser outro.

O estatuto antigo, supostamente de 2008 ou 2010, tem 53 artigos ao todo, afirma que o DCE "reconhece a União Nacional dos Estudantes - UNE, como entidade máxima de representação estudantil no Brasil", discorre sobre a organização do CCA (Conselho com Centros e Diretórios Acadêmico) e sobre a coordenação do DCE.


O estatuto novo, aprovado em 2015, tem 44 artigos, não menciona a UNE, discorre sobre o CoE (Conselho Estudantil) e sobre a gestão do DCE.
 
A Lei do Movimento Estudantil, de 1985, diz que o estatuto de DCE é aprovado em congresso estudantil. O que essa lei não diz é como deve ser este estatuto. Quem diz isso é o Código Civil, que diz, sobre as Associações, que:
Art. 54. Sob pena de nulidade, o estatuto das associações conterá:
I - a denominação, os fins e a sede da associação;
II - os requisitos para a admissão, demissão e exclusão dos associados;
III - os direitos e deveres dos associados;
IV - as fontes de recursos para sua manutenção;
V – o modo de constituição e de funcionamento dos órgãos deliberativos;
VI - as condições para a alteração das disposições estatutárias e para a dissolução.
VII – a forma de gestão administrativa e de aprovação das respectivas contas.

Estatuto antigo

O estatuto antigo do DCE, sobre esses pontos, afirma:

I - Denominação

ARTIGO 1 § 1º - Diretório Central dos/as Estudantes da Universidade Federal de Viçosa, Diretório Central dos/as Estudantes da UFV, DCE-UFV ou DCE/UFV, são denominações equivalentes para os fins de direito.
I - Fins
TÍTULO II Das Finalidades
ARTIGO 3º - O DCE-UFV tem como objetivo fundamental colaborar, principalmente através da organização dos estudantes, na construção de uma sociedade justa, igualitária, e que utilize os recursos naturais de forma equilibrada, entendendo que para isto é necessário lutar pela transformação estrutural da sociedade, com todas as suas ações e de seus membros em plural acordo com estes objetivos. 

I - Sede
ARTIGO 2º - O DCE-UFV tem sede à avenida P. H. Rolfs s/nº, campus da Universidade Federal de Viçosa, subsolo do Centro de Vivência – Viçosa – Minas Gerais – Brasil. 
II - Requisitos para admissão dos associados
ARTIGO 8º - São associados/as ao DCE-UFV todos/as os/as estudantes de graduação matriculados/as na Universidade Federal de Viçosa que o DCE-UFV representar de acordo com o Art. 1º deste estatuto.
II - Requisitos para demissão e exclusão dos associados
III - Direitos dos associados


Os direitos dos associados estão distribuídos por diferentes partes do estatuto.
 
Sobre a Assembléia Geral dos/as Estudantes da UFV:  
ARTIGO 24 - § 1º - Participam com direito a voz e voto, todos/as os/as estudantes associados/as ao DCE-UFV, presentes na Assembléia. Não é permitido voto por procuração.
Sobre o Conselho com Centros e Diretórios Acadêmicos:

ARTIGO 26 - § 1º - Participam com direito a voz, todos/as os/as estudantes associados/as ao DCE-UFV presentes, e o Grêmio do COLUNI. A participação de outras pessoas e/ou entidades só será permitida com aprovação da maioria simples (50% + 1) dos membros. 

Sobre eleição:
ARTIGO 35 - A composição da Coordenação do DCE-UFV far-se-á por eleição direta, com voto secreto em urna e de forma majoritária, tendo direito a voto todos/as estudantes associados/as ao DCE-UFV segundo Art. 8º deste estatuto. 

III - Deveres dos associados
ARTIGO 8º - Parágrafo único – É dever dos/as Associados/as zelar pelo cumprimento deste estatuto, dos regimentos e das deliberações das instâncias do DCE-UFV. Lutar pelo fortalecimento e zelar pelo patrimônio moral e material da Entidade.
 
IV - Fontes de recursos
 TÍTULO III DOS RECURSOS

ARTIGO 6º - Os recursos do DCE-UFV provirão de contribuições de qualquer dos/as associados/as ou membros, dotações orçamentárias da UFV ou outros órgãos públicos, mediante parcerias, convênios, acordos ou contratos, bens ou direitos doados ou legados, rendas auferidas em função do seu patrimônio ou serviços que venha prestar a seus/suas associados/as, e receitas diversas, desde que esteja de acordo com o Art. 5º
Há quatro parágrafos neste artigo.

V - Modo de constituição e funcionamento dos órgãos deliberativos
VI - Condições para alteração de estatutoVI - Condições para dissolução
VII - Forma de gestão administrativa

VII - Forma de aprovação das contas


ARTIGO 6º
§1º -   A coordenação prestará contas previamente ao Conselho Fiscal e posteriormente ao Conselho com Centros e Diretórios Acadêmicos acerca dos recursos fixos que lhe tornem destinados e ainda sobre todas as outras possíveis fontes.  
§ 2º -   O Conselho Fiscal será indicado pelo Conselho com Centros e Diretórios Acadêmicos – CCA, e deverá ter três, cinco ou sete membros, sendo CAs/DAs indicados que deverão acompanhar a gestão integralmente.
§ 3º -   Dois membros da coordenação do DCE deverão apresentar as contas e acompanhar as reuniões do Conselho Fiscal integralmente.

Estatuto de 2015

O estatuto de 2015, sobre esses pontos, afirma:

I - Denominação
Artigo 1º Parágrafo 4° – “Diretório Central de Estudantes da Universidade Federal de Viçosa”, “Diretório Central de Estudantes da UFV”, “DCE-­UFV” ou “DCE/UFV”, são denominações equivalentes para os fins de direito.
I - Fins 
O Artigo 3° determina as obrigações e deveres do DCE­-UFV. No entanto, o estatuto poderia ser mais explícito com relação aos fins.
 
I - Sede
Artigo 1º Parágrafo 2° – O Diretório Central de Estudantes tem suas sedes na avenida P. H. Rolfs s/no, campus da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa, Minas Gerais ­ Brasil, sendo elas no subsolo do Centro de Vivência e no DCE Piscina.
II - Requisitos para admissão dos associados
Artigo 4° – São pessoas associadas ao DCE­-UFV aquelas que integram o corpo discente de graduação da Universidade Federal de Viçosa – Campus Viçosa.
Parágrafo 1° – A associação de estudantes dá­-se automaticamente a partir de seu ingresso na Universidade Federal de Viçosa – Campus.
II- Requisitos para demissão e exclusão dos associados
Não encontrado. No Congresso de 2015, houve a discussão sobre esse ponto. Caso o estatuto afirmasse que uma pessoa deixa de ser associada quando é desligada da UFV, isso poderia abrir brecha para que uma pessoa que fosse perseguida pela administração da UFV, sendo desligada ou mesmo jubilada, perdesse os direitos de atuar no DCE. No entanto, é preciso deixar explícito alguma forma de demissão e exclusão dos associados.


III - Direitos dos associados
Artigo 5°– São direitos das pessoas associadas:
A. A participação direta ou através das entidades de base associadas, pela palavra oral ou escrita, em reuniões, comissões e instâncias deliberativas abertas do DCE­-UFV;
B. Votar e ser votada como pessoa delegada ao Congresso, nas Assembléias e nas eleições para a gestão do DCE/-UFV;
C. Participar e contribuir na organização das atividades promovidas pelo DCE­-UFV;
D. Serem filiadas ou não a partidos políticos sem que isso prejudique a atuação no DCE­UFV.
III - Deveres dos associados
Não encontrado. Esse ponto foi deliberadamente omitido no Congresso de 2015, em parte porque os presentes na época não conheciam as consequências disso com relação ao Código Civil.


IV - Fontes de recursos
 Artigo 31° – O patrimônio do DCE­-UFV será constituído por todos os bens que possui e pelos que vier a possuir através de contribuições, subvenções, legados e quaisquer outras formas não vedadas pela lei.
V - Modo de constituição e funcionamento dos órgãos deliberativos
 O Capítulo IV – Da organização da entidade entra em detalhes sobre a constituição e funcionamento do Congresso Estudantil, da Assembleia Geral Universitária, do Conselho Estudantil e da Gestão.
 VI - Condições para alteração de estatuto
Artigo 9°– Compete somente ao Congresso Estudantil da UFV:
B. Modificar o presente estatuto;
VI - Condições para dissolução
Artigo 9°– Compete somente ao Congresso Estudantil da UFV:
C. Deliberar sobre a extinção da entidade.

Artigo 10°, Parágrafo único: A dissolução do DCE­UFV só se verificará pelo voto de 90% das pessoas delegadas credenciadas no Congresso Estudantil da UFV, devendo ser respeitadas as instruções descritas no artigo 11°, e deverá contar com a presença de no mínimo 90% das pessoas associadas ao DCE­UFV, sendo seu patrimônio distribuído entre todos os Centros e Diretórios Acadêmicos da UFV, na data da dissolução. 
VII - Forma de gestão administrativa
Não sei identificar qual trecho fala explicitamente sobre isso.

VII - Forma de aprovação das contas
Artigo 25°– Compete à gestão:
F. Apresentar ao CoE e à comunidade universitária os relatórios de atividades e prestação de contas, na prestação final de contas da gestão, SOB PENA DE INELEGIBILIDADE, por duas eleições consecutivas, das pessoas julgadas responsáveis por irregularidades pelo CoE. 


Artigo 29° – Compete ao conselho fiscal analisar e aprovar ou rejeitar as contas do DCE-­UFV

Referências


Is Rampart a Tower Defence game? A reflection on Wikipedia

The question

Rampart is a 1990 Atari game. Tower Defence (TD) is a video game genre. It should be easy to answer whether Rampart belongs to the Tower Defence genre or not. The Arcade Museum just calls it a shooter game.

As of today, Wikipedia mentions that "The game is considered a precursor to the tower defense genre." And what does it cite as a source? Wired.

The research

On 11 June 2013, Wired, an independent reputable source, published a piece that says that "It's generally agreed upon that Atari's 1990 arcade game Rampart was the first tower defense game". Therefore, it makes sense that Wikipedia uses that piece as a source for the fact that Rampart is a Tower Defence video game.

The problem with that? Wired cites Wikipedia. In fact, that very link is a link to the Wikipedia page on the game. Does Ryan Rigney, the author of that piece, actually know for a fact that Rampart is considered a TD game? Or did he just check Wikipedia and said "okay, it's TD, let's just add that to the piece"? The problem is amplified when we check that the piece is not mainly about Rampart, but about the genre. It seems odd, then, to use that as a reference.

Wired says that Rigney "is a professional writer and editor that works in the games industry". So maybe he does know this specific fact that he mentions. But maybe not.

I decided to check what information was available at the Wikipedia page when Rignye wrote that piece. This is the last version before 11 June 2013, "as edited by JEB215 (talk | contribs) at 01:04, 25 June 2013". This last edit is not about the genre. What does this last version has to say about TD and Rampart's genre?


Rampart (...) combines the shoot 'em up and puzzle genres.
(...)
 Legacy
Rampart arguably influenced the first tower defense games around a decade later. Gameplay similarities include defending a territory by erecting defensive structures, and making repairs between multiple rounds of attacks.[4][5]

It seems all right. Let's check those sources.

{{cite web | url = http://palgn.com.au/article.php?id=11898 | publisher = PALGN | title = Tower Defense: Bringing the genre back | author = Luke Mitchell | date = 2008-06-22 | accessdate = 2008-12-24 }}

{{cite web | url = http://www.1up.com/do/reviewPage?cId=3165843 | title = PixelJunk Monsters Review | author = Nick Suttner | date = 2008-02-01 | accessdate = 2008-12-24 | publisher = 1up.com }}
Both are 2008 pieces, so five years before Rigney wrote about TD games. Both original links are broken. Both were archived at the Internet Archive.

Luke Mitchell wrote, on 22 June 2008:
A familiar classic that has been ported to many different consoles, including being available for download most recently on the PlayStation Network, is Rampart. Originally released in 1990, you as the player must defend a set of castles by shooting and attacking any attacking forces whilst also making sure to repair any damage that is done to the castles in question. The maintenance of this specific territory on the map which contains your castles and cannons is integral to surviving and gaining victory, as if it is destroyed, it's game over. Bouncing back and forth between an attacking round and a repairing round, the game was one of the first of its kind and included a lot of strategy, given that you were always on a time limit to complete your goals. 
In this piece that is also about the TD genre, Mitchell wrote way more than Rigney's one liner.

 Nick Suttner wrote, on 1st February 2008 a piece about another game, and in it he mentions Rampart:
The concept is appreciably simple; like the well-regarded Flash title Desktop Tower Defense -- with roots in strategy classic Rampart -- you need to stop waves of enemies from parading to your base to stomp the life out of your young.
 No very in depth. It kind of makes sense to add this as a reference, to show that Rampart indeed influenced other TD games.

Just for the sake of it, I decided to repeat the process. What was available at Rampart's Wikipedia page when these articles were written?

Before 1st February 2008, the last version was this, as edited by Seba5618 at 17:22, 19 November 2007. It mentions the genre as "shoot-em-up and puzzle", and there's no mention of Tower Defence. Before 22 June, the  old revision of the page, as edited by ReyBrujo (talk | contribs) at 16:18, 17 June 2008, is pretty much the same article. So Suttner and Mitchell must have gotten their information from somewhere else.

 The action

Since that "Legacy" bit was still present in today's version of the article, this was an easy fix. First of all, making sure that both sources already linked to the archived version, which they already do.

The next plan of action was to replace Rigney's piece with the older pieces that do not cite Wikipedia. However, they don't exactly work as perfect sources. Wikipedia says that "the game is considered a precursor to the tower defense genre". Rigney says that "it's generally agreed upon that Atari's 1990 arcade game Rampart was the first tower defense game". Mitchell just calls it a "familiar classic", and Suttner says that another TD game has roots in Rampart.

What I decided to do was to cite Mitchell's piece in the beginning of the article, without removing Rigney's piece. I also added another source I found, for the sake of it.

 The conclusion

Wikipedia is not a reliable source, and citogenesis does happen, but this does not seem to have been a case. A happy ending.

P.S.: In reading through this 1990 videogame, I found out the Neopets game I played as a child is just a blatant copy of Rampart.

Shen Gong Wu

Os Shen Gong Wu são objetos mágicos do desenho animado Duelo Xiaolin, que dão poderes variados a quem os usar. Quando o nome de um Shen Gong Wu é dito, o seu poder pode ser usado por quem o possui.

Christy Hui

Christy Hui é uma escritora, diretora e produtora chinesa mais famosa por ser a criadora dos desenhos animados Duelo Xiaolin e seu spin-off Crônicas Xiaolin. Ajudou a lançar o canal de televisão pan-asiático AXN.[1]

Vida e carreira

Nascida e criada na China,, cresceu assistindo desenhos ocidentais e japoneses. Diz ter sido inspirada pelo desenho Popeye. "Ele me fez querer comer espinafre" diz ela. Em entrevista em 2004, disse que adora Os Simpsons e Bob Esponja.[2]
Hui se mudou para os EUA na década de 1980. Viajou o mundo a serviço de empresas como Sony Pictures e DIRECTV, antes de fundar, em 2000, a casa de animação ActionFliks, baseada em Los Angeles, onde foi CEO. Sua experiência internacional a influenciou na criação do desenho Duelo Xiaolin, que mistura temáticas ocidentais e orientais.[3] O desenho, lançado em 2003, foi sucesso de audiência, ficando entre os 10 desenhos mais assistidos em diversos segmentos,[4] e ganhou um Prêmio Emmy em 2005.[5]
Após o encerramento de Duelo Xiaolin em 2006, motivada pelas fãs meninas do desenho que queriam ver mais personagens femininas como Kimiko, personagem de Duelo Xiaolin, Hui criou a série multimídia The Hulala Girls, que estrela "princesas de ilhas e melhores amigas surfistas com super-poderes tropicais". A série abordava questões ambientais, e com o objetivo de incentivas e aproveitar a interação das crianças e adolescentes na internet, foi lançado um site onde os fãs poderiam interagir entre si, e parte dos lucros seria destinado a projetos de preservação ambiental.[6] Havia também o plano de lançar uma série de livros.[3] O site ainda existe[7] e os fãs ainda podem comprar mercadorias na seção de Hui no site RedBubble, mas o projeto não decolou de forma geral. [1][8]
Em 2013, criou a série Xiaolin Chronicles, que se passa no mesmo universo de Duelo Xiaolin. Sobre a série, feita pela Disney XD em parceria com a Genao Productions e a ActionFliks, Hui afirma que ela aprofunda na mitologia dos dragões Xiaolin, pouco explorada na série original.[9] Foi lançada no Brasil em julho de 2014, pelo Cartoon Network.[10] Em julho de 2015, a série estreou na Netflix.[11]

Ver também

Ligações externas

IMDB de Christy Hui

Referências


  • «Up Close: Hulala Girls' Christy Hui - 1/1/2008 12:01:00 AM - Playthings». 5 de junho de 2009. Consultado em 29 de junho de 2019

  • Danny Stricker (23 de julho de 2004). «Meet Christy Hui, animator». Cópia arquivada em 21 de março de 2006

  • Lees, Nancy (1 de junho de 2004). «Hot Talent: Hui specializes in cultural doubleheaders». Kidscreen. Consultado em 29 de junho de 2019

  • «Xiaolin Showdown Gives Kids' WB Ratings Kick». Animation Magazine (em inglês). 14 de novembro de 2003. Consultado em 29 de junho de 2019

  • IMDB - 2005 Daytime Emmy Awards

  • Zahed, Ramin (27 de setembro de 2007). «Christy Hui, From Martial Arts to Nature Princesses». Animation Magazine (em inglês). Consultado em 29 de junho de 2019

  • «The Hulala Girls». Consultado em 29 de junho de 2019

  • «Hulala Girls». Redbubble (em inglês). Consultado em 29 de junho de 2019

  • Zahed, Ramin (18 de novembro de 2013). «Hui Discusses the New World of 'Xiaolin Chronicles'». Animation Magazine (em inglês). Consultado em 29 de junho de 2019

  • «'Crônicas Xiaolin' estreia em Julho no Cartoon Network». Consultado em 29 de junho de 2019

    1. Christy Hui (25 de julho de 2015). «Xiaolin Newsletter #5». us5.campaign-archive.com. Consultado em 29 de junho de 2019. Cópia arquivada em 29 de junho de 2019


    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 


    NÃO FUNCIONA: Renomear múltiplos arquivos no R mantendo parte do nome original

    AVISO: Post mantido por motivos históricos. Código não funciona. 

    A versão atualizada correta se encontra em https://essecedilha.blogspot.com/2023/01/renomear-multiplos-arquivos-no-r.html

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    As cotas e a ampla concorrência na UFV

    Em agosto de 2012 foi sancionada a Lei 12.711, conhecida popularmente como Lei das Cotas. A partir de então, todas as universidades federai...