Em resposta a esse vídeo, que defende o criacionismo: https://www.facebook.com/luiz.decristo.3/videos/1439246993069953/
A seleção natural não produz novas informações genéticas. Mutações geram novas informações genéticas. A seleção natural seleciona as características mais favoráveis já existentes. Então a girafa com o pescoço mais comprido vai ter ele mais comprido. As informações genéticas são selecionadas e ampliadas até que se tornem muito diferentes daquilo que já existia.
Moscas-da-fruta, as Drosophila, tem centenas de mutações registradas. Mutações que surgiram espontaneamente ou não e que criam fenótipos (características visíveis) diferentes dos que já existiam. Se por algum motivo uma mosca com a asa mais aberta fosse mais apta a sobreviver, então a característica da asa aberta seria selecionada.
Pelo menos esses criacionistas acreditam na especiação, que diferentes espécies de lobos tem um mesmo ancestral comum. Ponto pra vocês.
"Espécie é uma palavra criada pelo homem" assim como todas as outras.
Darwin tinha uma noção primitiva de espécie. Hoje temos uma noção diferente, de que seres são da mesma espécie se podem cruzar e ter descendência fértil indefinidamente. Não basta cruzar, tem que ter descendência fértil, e os filhos deles também, e os filhos deles também. Mas esse é um tero ainda problemático até hoje, porque é uma palavra que tenta explicar uma coisa que é totalmente natural.
Espécies em anel: A salamandra Ensatina ocorre no sul da Califórnia, em um território contínuo no formato de uma ferradura ao redor de um vale. Se você pegar espécimes de um extremo do território e do outro extremo da ferradura, elas são salamandras muito diferentes e que não cruzam entre si e portanto não formam híbridos. Porém, se você pegar espécimes de locais próximos um do outro, elas cruzam entre si e são encontrados híbridos. "Portanto, as duas espécies [desse local] estão conectadas por um conjunto de populações intermediárias, que formam um círculo em torno do vale central."
(Retirado de Mark Ridley: Evolução, 3ª ed. pág 73-76 e 93)
"Mutações quebram informações já existentes." Não. Elas apenas modificam. Se essa modificação for ruim, é uma "quebra". Se essa modificação for boa, é um avanço. E o que define se é bom ou ruim é o ambiente. Os seres humanos com anemia falciforme sobrevivem mais à malária. Como você vai dizer que isso é uma característica ruim? Como você afirma que ter hemoglobinas 'normais' é melhor, se isso te torna suscetível à malária?
Você poderia dizer que a girafa ter uma mutação que faz ela ficar mais alta é uma "quebra", porque isso traz diversos efeitos colaterais. Mas é um avanço no sentido que a tornou mais apta a sobreviver no ambiente.
o que eu to fazendo com a minha vida, e o que eu tenho que fazer com ela
será que a minha vida é colecionar bons momentos? deixar a biografia interessante e cheia de histórias legais e boas ideias do que fazer. como se fosse uma lista, e eu tenho que ir ticando os pontos que eu já fiz
será que a minha vida é colecionar bons momentos? deixar a biografia interessante e cheia de histórias legais e boas ideias do que fazer. como se fosse uma lista, e eu tenho que ir ticando os pontos que eu já fiz
será que a vida é contribuir com a humanidade de alguma maneira? como se todas as pessoas e o universo estivessem ansiosos para ver o que eu tenho a produzir. apenas aguardando para ver o que sai da minha cabeça e das minhas mãos
será que a minha vida é deixar os outros mais felizes? porque o universo com certeza se importa se o vizinho está mais ou menos chateado
será que a vida é terminar da melhor maneira possível? acumular dinheiro e morrer cercado de familiares e amigos. eu não vivencio o passado com a mesma força que eu vivencio o presente. se o meu último presente for ser o meu leito de morte, talvez seja o leito de morte que deva ser o melhor momento de todos
será que quando eu morrer eu assisto um filme da minha vida? espero que sim. espero poder reviver cada emoção e lembrar de cada detalhe. mas será que a minha biografia é tão importante assim?
talvez a vida seja ultrapassar a vida. minha imortalidade depois que eu morrer. mas também, será que precisamos de mais uma pessoa imortal? mais um nome de autor na lista da biblioteca? e se minha imortalidade for o bem que eu fizer para os outros. precisamos de vizinhos mais felizes?
se a única coisa que importa é o último momento da vida, talvez eu devesse virar palhaço em asilo. mas parece que as pessoas idosas se lembram muito mais da infância do que da vida adulta. então vou ser palhaço de festa de aniversário. mas e se o adulto não se lembrar dessa festa. será que a vida é ser lembrado?
Terceira Prova de BVE 202
Resumo da Terceira Prova de BVE 202 - Aulão da Monitora Tatiana
A e C
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Terras que os Estados Unidos e potências imperial-parasitas europeias invadem e apoiam a invasão:
1. onde tem petróleo
2. onde tem água (esperem e verão)
3. onde tem comunista
4. Israel.
1. onde tem petróleo
2. onde tem água (esperem e verão)
3. onde tem comunista
4. Israel.
Minha teoria:
ETs.
ETs.
Só pode ser.
Não tem outra explicação pra tanta gente querer um pedaço de terra coberta de areia e, uma vez expulsos de lá, mesmo sendo ricos e podendo ir pra qualquer lugar do mundo, resolveram voltar para o deserto.
Não tem outra explicação pra tanta gente querer um pedaço de terra coberta de areia e, uma vez expulsos de lá, mesmo sendo ricos e podendo ir pra qualquer lugar do mundo, resolveram voltar para o deserto.
Tipo
até Jesus ficou só 40 dias lá
pq vc quer tanto essa terra pra vc por toda a eternidade?
Deve ter um Stonehenge 2.0 lá em baixo da areia, é pista de aterrissagem de OVNI, tem uma fonte da juventude ali, tem alguma coisa. Pq, porra, haja povo pra querer uma coisa nada a ver.
até Jesus ficou só 40 dias lá
pq vc quer tanto essa terra pra vc por toda a eternidade?
Deve ter um Stonehenge 2.0 lá em baixo da areia, é pista de aterrissagem de OVNI, tem uma fonte da juventude ali, tem alguma coisa. Pq, porra, haja povo pra querer uma coisa nada a ver.
Alguns trematódios digenéticos comuns de anfíbios
Alguns
trematódios
digenéticos comuns de anfíbios(Some Common Digenetic
Trematodes
of Amphibia)
Edible frog (P. lessonae × P. ridibundus) ∈ Ranidae
Common frog (Rana temporária) ∈ Ranidae
Digenetic
Trematodes of Amphibia
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(Table
4, page 290)
|
Edible frog
|
Common frog
|
Diplodiscus subclavatus
|
R
|
R
|
Opisthodiscus diplodiscoides
|
R
|
-
|
Opisthioglyphe ranae
|
I
|
I
|
Dolichosaccus rastellus
|
I
|
I
|
Haematoloechus variegatus
|
L
|
L
|
H. similis
|
L
|
L
|
H. asper
|
L
|
-
|
Haplometra cylindracea
|
L
|
L
|
Plagiorchis mentulatus
|
-
|
I
|
Brandesia turgida
|
p
|
-
|
Pleurogenes claviger
|
I
|
I
|
P. loosi
|
I
|
-
|
Pleurogenoides medians
|
I
|
I
|
Prosotocus confusus
|
I
|
I
|
Brachyocoelium salamandrae
|
-
|
I
|
Cephalogonimus europaeus
|
I
|
-
|
C. retusus
|
I
|
I
|
Halipegus ovocaudatus
|
B
|
B
|
Gorgodera cygnoides
|
b
|
b
|
G. pagenstecheri
|
b
|
b
|
G. varsoviensis
|
b
|
b
|
Gorgoderina vitilliloba
|
b
|
b
|
Ratzia parva (larva)
|
(m)
|
-
|
Euryhelmis squamula (larva)
|
-
|
(s)
|
Polystoma integerrimum
(Monogenea, p. 148) |
b
|
b
|
Local onde o parasita se aloja no hospedeiro: R=rectum, I=intestine,
L=lungs, p=peritoneum, B=buccal cavity, b=bladder, m=muscles, s=subcutaneous,
()=encysted
|
||
- Tabela retirada de BEN DAWES, The Trematoda: With Special Reference to British and Other European Forms (1968), page 290 e editada para incluir apenas rãs, ou seja, anfíbios da família Ranidae.
Quem é Você, Alasca? - Pornografia
quarenta e nove dias antes
Alasca leu a etiqueta na fita. "As putas de Madison. Que maravilha."
Fomos correndo para a sala de tevê, fechamos as persianas, trancamos a porta e colocamos o filme. Começava com uma mulher de pé numa ponte, as pernas abertas enquanto um cara lhe fazia sexo oral. Acho que não havia tempo para diálogos. Quando eles começaram a transar, Alasca mostrou toda
sua justificada indignação. "Eles simplesmente não conseguem fazer com que o sexo pareça divertido para a mulher. A garota é só um objeto. Olha! Olha!"
Eu já estava olhando, é claro. Uma mulher ficou de quatro, apoiando-se nas mãos e nos joelhos, enquanto um cara se ajoelhava atrás dela. Ela dizia "Isso! Isso!" e gemia, e, embora seus olhos, castanhos e vazios, traíssem sua falta de interesse, eu não pude deixar de tomar algumas notas mentais. Colocar as mãos nos ombros dela, observei. Rápido, mas não rápido demais para não acabar rápido demais. Procurar gemer um pouco.
Como se tivesse lendo meus pensamentos, ela disse, "Credo, Gordo. Nunca seja tão violento. Isso machuca. Parece uma tortura. E ela não faz nada? Fica ali parada, só levando? Isso não é um homem e uma mulher. É um pênis e uma vagina. Onde está o erotismo? Onde estão os beijos?"
"Dada a posição deles, acho que não vão conseguir se beijar", observei.
"E o que eu estou tentando dizer. Essa posição em si já é uma objetificação. Ele nem consegue olhar para o rosto dela! É isso o que acontece com algumas mulheres, Gordo. Essa mulher é filha de alguém. É
isso o que vocês nos obrigam a fazer por dinheiro."
"Bem, eu não", disse defensivamente. "Tecnicamente, não. Eu não faço filmes pornográficos."
"Olhe nos meus olhos e diga que isso não deixa você excitado, Gordo."
Não consegui. Ela riu. Era normal, ela disse. Saudável. Então se levantou, parou a fita, deitou de bruços no sofá e resmungou alguma coisa.
"O que disse?", perguntei caminhando até ela e colocando a mão nas suas costas, na região da cintura.
"Shhhh", ela disse. "Estou dormindo."
Quem é Você, Alasca? de John Green (x)
Alasca leu a etiqueta na fita. "As putas de Madison. Que maravilha."
Fomos correndo para a sala de tevê, fechamos as persianas, trancamos a porta e colocamos o filme. Começava com uma mulher de pé numa ponte, as pernas abertas enquanto um cara lhe fazia sexo oral. Acho que não havia tempo para diálogos. Quando eles começaram a transar, Alasca mostrou toda
sua justificada indignação. "Eles simplesmente não conseguem fazer com que o sexo pareça divertido para a mulher. A garota é só um objeto. Olha! Olha!"
Eu já estava olhando, é claro. Uma mulher ficou de quatro, apoiando-se nas mãos e nos joelhos, enquanto um cara se ajoelhava atrás dela. Ela dizia "Isso! Isso!" e gemia, e, embora seus olhos, castanhos e vazios, traíssem sua falta de interesse, eu não pude deixar de tomar algumas notas mentais. Colocar as mãos nos ombros dela, observei. Rápido, mas não rápido demais para não acabar rápido demais. Procurar gemer um pouco.
Como se tivesse lendo meus pensamentos, ela disse, "Credo, Gordo. Nunca seja tão violento. Isso machuca. Parece uma tortura. E ela não faz nada? Fica ali parada, só levando? Isso não é um homem e uma mulher. É um pênis e uma vagina. Onde está o erotismo? Onde estão os beijos?"
"Dada a posição deles, acho que não vão conseguir se beijar", observei.
"E o que eu estou tentando dizer. Essa posição em si já é uma objetificação. Ele nem consegue olhar para o rosto dela! É isso o que acontece com algumas mulheres, Gordo. Essa mulher é filha de alguém. É
isso o que vocês nos obrigam a fazer por dinheiro."
"Bem, eu não", disse defensivamente. "Tecnicamente, não. Eu não faço filmes pornográficos."
"Olhe nos meus olhos e diga que isso não deixa você excitado, Gordo."
Não consegui. Ela riu. Era normal, ela disse. Saudável. Então se levantou, parou a fita, deitou de bruços no sofá e resmungou alguma coisa.
"O que disse?", perguntei caminhando até ela e colocando a mão nas suas costas, na região da cintura.
"Shhhh", ela disse. "Estou dormindo."
Quem é Você, Alasca? de John Green (x)
Não sou nenhum especialista em teologia ou estudos bíblicos, mas uma imagem comparando as supostas "caraterísticas" de Jesus e do Diabo, colocando Jesus à direita e o Diabo à esquerda no espectro político me chamou atenção, e eu deixo aqui minha visão sobre a imagem.
O Diabo não dá pra analisar porque praticamente não tem ele nos Evangelhos e tem bem pouco na Bíblia, eu acho, mas Jesus dá pra analisar. E acho que ele realmente tem a ver com parte das características citadas, e outras não.
O Diabo não dá pra analisar porque praticamente não tem ele nos Evangelhos e tem bem pouco na Bíblia, eu acho, mas Jesus dá pra analisar. E acho que ele realmente tem a ver com parte das características citadas, e outras não.
- A favor da vida: sim, claro, principalmente da mulher que ia ser apedrejada pelos detentores da verdade. Coisa que não se vê muito por parte de alguns religiosos hoje em dia, que não hesitam em pedir a morte de quem não segue suas regras e não derrubam um quarto de lágrima pelas mulheres mortas pelo aborto ilegal.
- Liberdades individuais: não sei a que liberdades a imagem se refere. Mas ele criticava quem rezava para aparecer e quem colocava a lei acima do próximo. Ou seja, bom senso vale mais.
- Economia de mercado: desde que não seja dentro do templo porque aí o bicho pega hue
- Liberdade religiosa: tanto que ele coloca o bom samaritano (outra religião) como herói e o fariseu (seguidor da lei de Moisés) como vilão da parábola. Coisa que também não se vê muito por parte de alguns religiosos.
- Meritocracia: não lembro de nada com relação a isso. Mas ele chamou os caras que menos mereciam, pecadores e cobradores de impostos, para serem seus apóstolos.
- Democracia: tanto que o povo escolheu que ele morresse e Barrabás fosse solto hue
- Lugar de bandido é na cadeia: e no céu, aparentemente, como ele disse ao bom bandido crucificado ao seu lado.
- e o melhor de todos, Moral e bons costumes: Jesus era completamente contra a moral e os bons costumes vigentes na época em que viveu. Os caras colocavam a Lei acima da vida do próximo, apedrejavam adúlteras e tantas outras atitudes condenáveis. Jesus mudou completamente a moral e os bons costumes, e é isso que a gente tem que continuar fazendo até hoje. Olhar para o que é considerado "certo" e ver se realmente está certo. Se não estiver, refazer.
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