Plantas medicinais


O chá das folhas de espinheira-santa (Maytenus icifolia)
combate gastrites e úlceras gástricas ou duodenais.


A carqueja (Baccharis trimera) é um importante medicamento para
problemas do fígado, e é muito utilizado para combater febres,
gripes e problemas intestinais.

Chapéu de couro
O chapéu-de-couro (E. grandiflorus e E. macrophillus) tem diversas funções.
É utilizado como anti-reumática e diurética, contra inflamação de pele e de garganta, reumatismo, artrite, sífilis,. laxante, depurador do sangue,
eliminador de ácido úrico e até laxante.

Folha da erva-mate
A erva-mate (Ilex paraguariensis) era utilizada pelos índios
em jornadas, aumentando a resistência, reduzindo a fadiga, fome e sede.
Facilita a digestão e é muito utilizada para doenças da bexiga.

Imagens

Que Ana? Que onda?

A proposta dessa redação de Filosofia era "O ser humano é como uma onda no mar?"

Mateus Silva Figueiredo

Cada pessoa que olha para o mar vê uma coisa. Alguns vêem o oceano, alguns vêem a praia, alguns vêem os pássaros e outros vêem os peixes. Alguns vêem conchas para colecionar, outros vêem fotos para tirar. Enquanto uns vêem as ondas para surfar e se divertir, outros vêem a maré para pescar e ganhar a vida.

O mesmo mar que encanta é o mar que destrói. O mar diverte, o mar relaxa, o mar hipnotiza, mas ele não deixa de ser o mesmo mar que aterroriza e que causa devastação. O mar afoga os mais descuidados, destrói os castelos de areia mais próximos da água, derruba diques e dizima cidades. A mesma onda que faz cócegas nos pés descalços do casal de namoradas pode ter feito alguém passar mal em alto mar e vomitar.

As pessoas também são assim, ambíguas. Todas as pessoas têm um lado obscuro, um passado que gostariam de esconder. Todos nós erramos, todos nós mentimos, todos nós fazemos escolhas ruins, e muitas vezes nos arrependemos logo depois. Cada pessoa é a coisa mais importante para si mesmo, mas não é quase nada para todas as outras. Você cruza com milhares de pessoas na rua, mas raramente olha duas vezes para qualquer uma delas. Cada uma é única, especial, diferente de todas as outras. Mas, no meio de tantos indivíduos, ficam todos iguais. Você se mistura na multidão e se torna apenas mais um.

Qual é a diferença entre uma onda e outra? São tantas mil no oceano, porque alguma delas deveria ser especial? Se você olha de cima, nenhuma faz diferença. Mas se você é o menino que estava brincando na água, aquela onda importa. Adrenalina, desequilíbrio, susto, medo, e depois o riso. Aquela onda causou diversão em você. Se você é o caranguejo que passeava na praia, aquela onda importa, e se você é o albatroz que ia mergulhar e devorar aquele caranguejo, aquela onda importa. Aquela onda foi, ao mesmo tempo, a salvação de um e o empecilho de outro.

Do mesmo jeito, se você olhar de cima, poucas das quase 7 bilhões de pessoas realmente importa. Mas se você é o amigo que sai todos os dias para se divertir, ou se você é o colega que faz brincadeiras maldosas, você faz a diferença. Se você é o cachorro que recebe carinho de alguém, esse alguém é importante, e se você é a árvore que foi plantada por alguém, esse alguém é importante. Mas se você mora do outro lado do mundo, ou mesmo se você cruza na rua com essa pessoa e nem sorri na direção dela, você não faz diferença.

As ondas surgem em alto mar, forjadas com o sopro de uma tempestade, e caminham em sua rota em direção a praia. As pessoas nascem, sejam elas fruto de um casamento amoroso, de uma imprudência adolescente ou de uma solteirona de quarenta anos. As ondas ganham dimensão, ficando cada vez maiores, e consequentemente, mais poderosas. As pessoas crescem, vão ficando mais sábias, mais ricas, e também mais velhas. As ondas, já tão grandes quanto poderiam ficar, chegam finalmente à praia; quebram no litoral e cumprem então finalmente o seu destino, o motivo da sua existência. As pessoas, já tão ricas e sábias quanto poderiam ficar, chegam finalmente ao fim de suas vidas, deixando suas riquezas acumuladas para seus herdeiros, e sem saber verdadeiramente se aproveitaram realmente a vida como deveriam.

Parágrafo solto

Interior, noite. Ele havia acabado de sair do banho. Já com os shorts, penteava seus cabelos molhados com o pente azul de dentes grossos, seu preferido. Procurava onde estaria o uniforme da escola. Olhou em na mala desorganizada, no guarda-roupa, em cima do criado mudo. Se levantou depois de procurar debaixo de cama e olhou em volta. Estava no cabide na porta.

Percy Jackson, Mansão Foster e Glee

Era uma mansão muito grande cheia de quartos, todos eles com nome, escrito em uma placa que ficava em cima da porta, e corredores escuros com muitos quadros nas paredes representando cenas da mitologia grega. Estava de pé numa sala não muito maior que a sala de estar da casa da minha vó. Eu estava falando com alguém. Estava muito escuro para eu o reconhecer, mas eu sabia que era o centauro Quiron na forma humana.
-Então, quando você acha que o meu quadro vai ficar pronto?
-Eu não sei, demora muito pra fazer. - Disse ele, com uma moldura nas mãos, que parecia mais papel do que madeira.
-Mas eu sou o filho do filho de Poseidon!
-Eu sei, mas mesmo assim demora muito.
-Droga. Você sabe onde eu posso arranjar água nesse lugar, eu tô com sede.
-Sim, no Quarto Correto.
-Que nome bom pra um quarto, hum?
-Não me culpe, não fui eu que escolhi.
Ando pelos corredores em busca da minha água, olhando as paredes cobertas de pinturas. Um dia em breve a minha pintura estaria ali também. Olhando as cenas de batalha da qual todos ouvimos lendas, e percebo que em todos os quadros há os mesmos três homens altos e magros. Não ligo e continuo caminhando pelos corredores com várias pessoas e amigos imaginários conversando, já quase ficando perdido nesse labirinto. Resolvo pedir ajuda.
-Alguém sabe onde fica o Quarto Correto?
Alguém me entrega um copo de água e vai embora.
-Obrigado.
Viro o copo, mas continuo com sede. Ainda não tinha achado o tal quarto.
-Onde fica esse Quarto Correto!?
Outra pessoa que estava passando me entrega um copo de água e vai embora antes que eu pudesse reconhecê-la. Agradeço-a, mesmo assim, e mato a minha sede finalmente. Eu não queria ter que pedir pelo Quarto Correto sempre que eu quisesse beber um pouco de água, então eu decidi achá-lo por mim mesmo.
Depois de andar muito nos corredores sem achar o quarto, percebo um corredor que não tinha visto ainda. Mais escuro que os outros, e sem nenhum quadro ou porta. Começo a andar por ele quando a minha perna passa na frente de um sensor na parede.
-Droga, eu não tinha visto isso.
O sensor não faz nada, mas eu volto pro começo do corredor pra tentar de novo. Pulo o sensor e continuo caminhando. O corredor faz uma curva pra esquerda. Eu viro e dou de cara com uma porta fechada na minha frente e uma porta aberta que dava num quarto à direita com as luzes apagadas. Fico animado "O Quarto Correto deve ser aqui!". Quando leio a placa no topo da porta da frente, está escrito "Banheiro".
- Droga! Onde fica o Quarto Correto!? Que saco! - Mal termino de falar e a porta do banheiro se abre. Dela sai Finn, com um copo com algumas pedrinhas laranjas no fundo nas mãos, e o entrega-me.
-Você é a terceira pessoa que faz isso! -Falo rindo, e ele ri de volta, e logo vai embora. Decido entrar no quarto escuro. Entro e acendo o interruptor, e vejo uma pessoa deitada na cama, debaixo de cobertores. Me aproximo dela e percebo que ela usa uma mascara branca com um queixo comprido e fino. Ela se levanta subitamente e eu me assusto. Ela fica olhando para mim por trás dos olhos pretos da máscara.
-Porque você está com essa máscara?
-Para que os outros possam viver sem ver a minha feiúra - ela responde chorosa.
-Eu conheço essa voz... Majestade?
-Eu... costumava ser - choraminga ela.

*Criem os seus próprios finais, algum dia eu termino de escrever.

Sonho da fumaça e da poça



Lá estava eu, no meu bairro, a pé. Parecia estar de noite, eu estava com frio, apenas com uma camiseta simples. A Ana Lu também estava lá. Será muito estranho falar para toda a blogosfera (ou à ninguém às poucas pessoas que lêem o meu blog) que eu sonhei com alguém se antes consultar à ela se posso publicar seu nome? Bom, é mais fácil dá menos preguiça pedir desculpa do que permissão.

Estávamos caminhando em direção ao atalho que fica ao lado do lago. Tínhamos passado a rua perpendicular à rua do lago e eu olhei para a esquerda. Atrás do terreno baldio, onde deveria estar a Unifei, havia várias árvores em uma densa floresta. Talvez essas árvores existam, mas não essa floresta. Havia muita fumaça preta, bem longe, parecendo os demônios do Supernatural. Então um corredor de fumaça negra começou a se formar, vindo em minha direção. Eu falei pra Ana Lu olhar, mas ela ignorou, e foi embora. A fumaça não passou do meio-fio, eu estava na rua, e começou a se dissolver.

Na verdade, abaixo da fumaça, havia um riacho, e como estava muito frio a água que evaporava logo se condensava e virava fumaça. Na realidade, a fumaça seria branca, bem clara, mas nem me importei. Foi essa a explicação que meu cérebro achou para as imagens que meu subconsciente havia preparado para mim.

À medida que a fumaça se dissolvia, revelava o riacho, que terminava em uma lagoa, que mais parecia uma poça. Me distraí e, quando olhei novamente, a pequena poça abrigava dois patos e uma truta viva, além de um simpático casal de pombos na margem. Não me pergunte como todos eles cabiam nessa minúscula poça, mas viviam.

Eu me virei de costas para a poça e ouvi um splash e o grasnir dos patos. Por algum motivo, essa combinação de sons me era assustadora. Me virei para a poça, em pânico, e vi a truta pulando para comer uma mosca e caindo de volta para a água. Contemplei o espetáculo por meio segundo, exclamei um “Ah” de entendimento e saí correndo, por algum estranho motivo desesperado, de volta para casa.

Sonho da caverna

Hoje eu sonhei que eu estava numa selva, sozinho, com minha mochila, e achei essa caverna enooorme, e na parede dela tinha um interruptor. Eu acendi a lâmpada e comecei a armar um acampamento lá dentro. Eu peguei um facão e um bambu e fiz uma "lança" com oito pontas e pesquei um peixe :D (plágio de À Prova de Tudo)
Aí, quando eu voltei pra caverna, meus avós estavam lá, lutando com um jacaré. Eu pensei "Droga, eu perdi a parte do jacaré", como se fosse um filme. Eu espantei ele com a lança e, quando eu virei, meus avós tinham sumido, mas eu nem percebi, nem liguei, como se fosse normal.
Eu me acalmei e investiguei minha mochila. Dentro dela tinha um celular antigão, mas eu não sabia onde eu estava, pra poder pedir ajuda. Então eu comecei a andar pela caverna e achei um quadro estilo "Você está aqui" e descobri que eu estava na caverna No 4 de uma companhia bizarra de hotéis. Eu chamei ajuda pelo celular e, quando ela chegou, eu descobri que atrás da caverna tinha uma varanda com uma rua que dava pra cidade. Aí eu acordei.

As cotas e a ampla concorrência na UFV

Em agosto de 2012 foi sancionada a Lei 12.711, conhecida popularmente como Lei das Cotas. A partir de então, todas as universidades federai...